Os Lusiadas: ensaio sobre Camões e a sua obra

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Imprensa portugueza, editora, 1872 - 210 páginas
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Página 14 - Naquele engano da alma, ledo e cego, Que a Fortuna não deixa durar muito, Nos saudosos campos do Mondego, De teus formosos olhos nunca enxuito, Aos montes ensinando e às ervinhas O nome que no peito escrito tinhas.
Página 15 - Mova-te a piedade sua, e minha, Pois te não move a culpa que não tinha.
Página 94 - Alerta, disse, estai, que o vento crece Daquella nuvem negra, que apparece. 71 Não eram os traquetes bem tomados, Quando dá a grande e subita procella: Amaina, disse o mestre a grandes brados, Amaina, disse, amaina a grande vela.
Página 15 - Taes contra Ignez os brutos matadores No collo de alabastro, que sostinha As obras, com que Amor matou de amores Aquelle, que despois a fez Rainha, As espadas banhando, e as brancas flores, Que ella dos olhos seus regadas tinha, Se encarniçavam, fervidos e irosos, No futuro castigo não cuidosos.
Página 132 - Não acabava, quando uma figura Se nos mostra no ar, robusta e válida, De disforme e grandíssima estatura; O rosto carregado, a barba esquálida, Os olhos encovados, ea postura Medonha e má ea cor terrena e pálida; Cheios de terra e crespos os cabelos, A boca negra, os dentes amarelos.
Página 167 - Deixas criar às portas o inimigo, Por ires buscar outro 'de tão longe, Por quem se despovoe o Reino antigo, Se enfraqueça e se vá deitando a longe...
Página 14 - Sabidas só da magoa, e saudade Do seu Principe, e filhos, que deixava, Que mais, que a propria morte, a magoava : cxxv.
Página 133 - Pois vens ver os segredos escondidos Da natureza, e do humido elemento, A nenhum grande humano concedidos De nobre ou de immortal merecimento : Ouve os...
Página 166 - Mas um velho, cTaspeito venerando. Que ficava nas praias, entre a gente, Postos em nós os olhos, meneando Tres vezes a cabeça, descontente, A voz pesada um pouco alevantando. Que nós no mar ouvimos claramente, C'um saber só de experiencias feito.

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